O vice-presidente de planejamento da Capcom, Christian Svensson, explicou a demora no lançamento da versão PC de Resident Evil 6. Em um post nos fóruns oficiais da companhia, ele conta que, originalmente, a ideia era desenvolver o port para computadores internamente. A decisão tardia de terceirizar a produção, tomada em setembro, causou todo esse atraso.
Segundo Svensson, a empresa polonesa QLOC só pôde colocar as mãos no game após o final do trabalho nas versões PlayStation 3 e Xbox 360. O executivo explica que o caminho mais fácil seria adiantar detalhes da engine e mecânica para a produtora durante o desenvolvimento de Resident Evil 6, para que eles pudessem começar a trabalhar no port antes mesmo de receberem a versão final. Porém, a mudança nos rumos da versão PC foi tomada tarde demais para que isso fosse possível.
Para compensar o atraso, a Capcom e a QLOC decidiram incluir uma série de novidades, como uma integração completa à plataforma Steam e a nova dificuldade para o modo Mercenaries. Além disso, um port para PC necessita de uma série de medidas, como a construção de um benchmark, testes de compatibilidade e diversas otimizações gráficas e de controle. Resident Evil 6 também foi a primeira experiência da QLOC com a engine MT Framework, o que exigiu algum tempo de adaptação e aprendizado.
O executivo afirma que tudo isso, ao contrário do que pensa a maioria dos jogadores, leva tempo para ser produzido. Svensson lembrou ainda que o processo de port de um game para PC não consiste simplesmente em apertar um botão e ter o código completo – pelo menos, não se o objetivo final for um trabalho de qualidade.
Ao fim, Svensson garante que o trabalho produzido está excelente. A versão PC de Resident Evil 6 chega ao mercado nesse mês dia 22.
Fonte:Resident Evil Sac
Segundo Svensson, a empresa polonesa QLOC só pôde colocar as mãos no game após o final do trabalho nas versões PlayStation 3 e Xbox 360. O executivo explica que o caminho mais fácil seria adiantar detalhes da engine e mecânica para a produtora durante o desenvolvimento de Resident Evil 6, para que eles pudessem começar a trabalhar no port antes mesmo de receberem a versão final. Porém, a mudança nos rumos da versão PC foi tomada tarde demais para que isso fosse possível.
Para compensar o atraso, a Capcom e a QLOC decidiram incluir uma série de novidades, como uma integração completa à plataforma Steam e a nova dificuldade para o modo Mercenaries. Além disso, um port para PC necessita de uma série de medidas, como a construção de um benchmark, testes de compatibilidade e diversas otimizações gráficas e de controle. Resident Evil 6 também foi a primeira experiência da QLOC com a engine MT Framework, o que exigiu algum tempo de adaptação e aprendizado.
O executivo afirma que tudo isso, ao contrário do que pensa a maioria dos jogadores, leva tempo para ser produzido. Svensson lembrou ainda que o processo de port de um game para PC não consiste simplesmente em apertar um botão e ter o código completo – pelo menos, não se o objetivo final for um trabalho de qualidade.
Ao fim, Svensson garante que o trabalho produzido está excelente. A versão PC de Resident Evil 6 chega ao mercado nesse mês dia 22.
Fonte:Resident Evil Sac
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